Princesites

Meme 2

Publicado por: Anna em: Agosto 20, 2008

Esse foi do Marcos, e faz tempo.

A idéia era escrever sobre as 10 músicas que me deixam felizes. Difícil, mas não foi por isso que demorou, então vamos a elas:

10. Apoptygma Berzerk – Shine On. A-D-O-U-R-O!!! She, she, she Shine Onnnnnnnnnnnnnnnn! E é como se saísse de mim, é o tipo da musica que me faz pinotar na cadeira.

9. Cher – Believe – Quié?!! A Diva é demais. Concordem e vivam isso ou terminem suas vidas patéticas rastejando miseravelmente como os vermes que devem ser. A música mais gay entre as que eu gosto. Indubitavelmente. =p

8. Portishead e Moloko – fun for me – Além de me animar, eu acho essa música uma delícia deliciosa. Alguns dias pedem Portishead, eu gosto da vontade de dançar que essa música me dá, é de algum modo… sei lá. Só ouvindo o trip hop desse pessoal que se conheceu em fila de desempregado em Bristol. Um dos integrantes, que não me recordo o nome, lógico, já trabalhou com outra banda legal e que me deixa feliz, o Massive Atack. E essa é uma das músicas mais “malandras” que eu conheço e gosto.

7. Jerry Lee Lewis – Great Balls of Fire – Qualé? Vai dizer que não????

6. Harvey Danger – Flagpole Sitta – Começou com um video engraçado, depois a música não me saia da cabeça.

5. Nat King Cole – El BodegueroToma chocolate, paga lo o que debes…

4. Everything – Hooch – A trilha de Scrubs me rendeu novos ídolos.

3. Butthole Surfers – Dracula From Houston – como vocês podem ver…

2. Collin Hay – Beautiful World – My my my it’s a beautiful world.

1. The Perishers – Carefree – Carefreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!! E abro um sorrisão.

E agora eu passo pra Márcia, Fernando, Amélia, Séfora e Yuri. E pra quem não tem blog liberado pra todos os temas, mas quer fazer nos comentários… A vontade.

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Meme – 1

Publicado por: Anna em: Agosto 20, 2008

A Amélia me mandou para o blog antigo, mas como a idéia é legal, respondo aqui – prometo responder todos -.

Memé 1.

  1. Pegar o livro mais próximo.
    2. Abri-lo na página 161.
    3. Procurar a 5ª frase completa.
    4. Postar a frase no blog.
    5. Não escolher a melhor frase nem o melhor livro, usar o mais próximo.
    6. Repassar o desafio para cinco blogs.

Pois é, perto de mim no momento só tinha um Vade Mecum, e como artigo de lei não são assim, frases, peguei o livro mais próximo, lá vai:

Não pense em repetir a estupidez de seus lamentos…

Malinche, de Laura Esquivel.

A parte do repassar pra cinco blogs, eu vou deixar em aberto. Todo mundo que eu andei vendo já fez, inclusive eu, então fica a vontade pra quem quiser brincar de novo.

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Arquivo X – eu quero acreditar

Publicado por: Anna em: Agosto 8, 2008

Eu sou fã da série, e acredito que tenha visto todos os episódios das várias temporadas. E mesmo fã da série sobre a teimosia do Agente Fox Mulder e do ceticismo da Agente Scully, não saí do cinema muito feliz com a trama de Arquivo X- Eu quero acreditar. O filme, dirigido por Chris Carter, criador e idealizador da série, está aquém da aura de misticismo que a série trazia, além de ser apático e cheio de fios soltos até pra Arquivo X.

No novo filme, os agentes vivem juntos e estão afastados do FBI, ela sendo médica e ele escondido em casa, se dedicando a reunir matérias de jornal sobre assuntos obscuros, até que a Agência os procura para ajudar a encontrar uma colega desaparecida, dado que um ex padre que abusou de trinta e sete coroinhas, vivido pelo brilhante Billy Connoly, tem tido visões sobre o crime e o FBI fechou o departamento que lidava com assuntos misteriosos. O desaparecimento da agente se desenrola em uma busca por vários desaparecimentos de mulheres locais e tudo leva a crer que se trata de uma quadrilha de traficantes de órgãos. A vantagem é a ausência da linha “monstro da semana” que a série trazia e que foi seguida no primeiro filme, dessa vez o filme é mais democrático, e não exige conhecimento prévio da história, além de não começar onde a primeira adaptação parou.

Embora tenha boas cenas de perseguição, trilha sonora impecável, e um roteiro livre de alienígenas, monstros e outros seres comuns à série, o filme não tem o mesmo gás. A trama se desenrola em conflitos psicológicos da Agente Scully (Gillian Anderson) se contrapondo à síndrome de Don Quixote do Agente Mulder, que em vários momentos do filme repete o quase chavão “eu quero acreditar” do título do filme, além de ser meio didático, quase questionando a inteligência dos expectadores.

De mais a mais, Arquivo X – eu quero acreditar não é uma continuação da primeira adaptação para o cinema da série e apesar de ficar bem aquém da serie e mais se parecer com um episódio muito longo da mesma, funciona em quesito atores e efeitos. David Duchovny ainda tem espírito de Mulder, Gillian Anderson só tem cara de Scully e Amanda Peet é sempre uma boa pedida.

Nota 7, porque eu sou fã da série e porque funcionou como entretenimento leve, mas não supriu minhas expectativas.

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Publicado por: Anna em: Junho 27, 2008

Decisão absurda (TRT-RO)

EMENTA: DANOS MORAIS. TRANSPORTE INADEQUADO. AUSÊNCIA DE OFENSA À DIGNIDADE HUMANA.

Poder-se-ia questionar no âmbito administrativo uma mera infração das normas de trânsito do Código de Trânsito Brasileiro quanto ao transporte inadequado de passageiros em carroceria de veículo de transporte de cargas, o que não é da competência da Justiça do Trabalho. Mas se o veículo é seguro para o transporte de gado também o é para o transporte do ser humano, não constando do relato bíblico que Noé tenha rebaixado a sua dignidade como pessoa humana e como emissário de Deus para salvar as espécies animais, com elas coabitando a sua Arca em meio semelhante ou pior do que o descrito na petição inicial (em meio a fezes de suínos e de bovinos).


O.o

Grace is gone

Publicado por: Anna em: Junho 26, 2008

Os filmes de guerra sempre foram freqüentes em Hollywood, geralmente mostram o lado do soldado e não é comum que apareça o lado do drama da família que espera o seu ente que foi para as trincheiras. Quando acontece, é, via de regra, a família que o recebe vivo de volta são e salvo ao seu estilo de vida. Seja uma crítica a guerra ou não, Grace is gone não é assim.

O filme conta a história de um pai de família comum que recebe a notícia de que a esposa foi morta em batalha na guerra do Iraque. Ele se vê sozinho em definitivo com as duas filhas que já estão sofrendo a falta da mãe pela guerra que não entendem, e ele fica tão desesperado que decide levar as crianças a um parque de diversões, até conseguir contar a verdade para as crianças.

O filme de James C. Strouse foi bem recebido no Festival de Sundance, recebendo o prêmio de melhor roteiro e prêmio do público de melhor filme dramático. John Cusack é o núcleo do filme. Tem um desempenho tão carregado de desespero e agonia que poderia ser qualquer pai de família que perdesse a esposa amada em qualquer situação. O brilhantismo de Cusack é tal que Grace, que não aparece no filme nem em flashback, parece estar lá, fazendo falta para o marido que é um pai cuidadoso e para as filhas e sente necessidade de que Grace lhe ajude a suportar o fardo. Dá pra sentir o amor entre os personagens, as dificuldades que eles vão enfrentar. Cusack conseguiu passar o desespero, a dor, a agonia de um homem machucado em cenas que a indústria do cinema costuma desprezar pela banalidade, como quando ele explode com o irmão e quando chora sozinho no quarto que lhe pertencia quando solteiro na casa da mãe. O sofrimento é crível e real, poderia ser com qualquer um.

As cenas são simples, o que joga a responsabilidade de segurar o filme no talento dos atores que não deixam a desejar. A minha cena preferida é a que Stanley dá cigarro para a filha de 12 anos, vivida pela delicada Shélan O’Keefe, que rouba algumas cenas com a irmã, personagem da Gracie Bednarczyk, que dá leveza e inocência ao filme quando o fica difícil a agonia de Stanley. A cena é de impacto e quando se juntou com a brilhante trilha sonora de Clint Eastwood, que lhe valeu indicação para o Globo de Ouro e o prêmio da sociedade dos críticos, admito que foi difícil segurar as lágrimas, a emoção aumenta em progressão geométrica e culmina no fim do filme de modo sincero e elegante.

Grace is gone é um filme triste, um drama familiar sem grandes explosões, carros, tiros, traições e outros elementos dos pipocões da vida. É um filme sobre grandes perdas, família e união com um realismo que chega a incomodar, dá pra sentir que conhecemos Grace, e não é estranho que a dor deles também seja a nossa.

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Invencível (Invencible, 2006)

Publicado por: Anna em: Junho 8, 2008

Dirigido por Ericson Core e com roteiro de Brad Gann, Invencível conta a história real de um Vince Papale, grande fã de futebol americano que depois de ser demitido, abandonado pela mulher que levou tudo de dentro de casa e deixou um bilhete dizendo que ele nunca seria ninguém na vida, consegue entrar na escalação do seu time do coração, o Philadelphia Eagles.

O filme, estrelado por Mark Wahlberg, tem a assinatura da Disney Pictures, e é um dos filmes mais inspiradores que vi esse ano. Bem cuidado, com uma fotografia em tons de sépia, tem cenas bem cuidadas e com qualidade técnica invejável que quase deixa a própria mensagem do filme em segundo plano e consegue englobar a trilha sonora, a fotografia, a atuação num todo único e indissolúvel que ganha ritmo a ponto de fazer o espectador querer mais. A história rendeu um roteiro criativo e com um ritmo que foi bem aproveitado na direção. O filme passa a sensação de um bom drama humano, fala de gente comum que conseguiu ser grande e superar todos os revezes de sua vida, que não são diferentes de batalhas que setenta por cento da população enfrenta.

A Disney é carimbada em trilha sonora, e quando apareceu o logo no início do filme eu já sabia que podia esperar sucesso. E não me desapontei. A trilha sonora dita o ritmo do filme e encontra uma bela parceria com a brilhante edição de imagem.

Quanto ao elenco, Mark Wahlberg ( Os Infiltrados, Boggie Nights) é um ator que cresce a cada filme e vem se destacando a cada trabalho ainda que esteja sempre usando e abusando de músculos. Ficou até parecido com o Papale real, o que se observa nas fotos originais ao final do filme, e soube dar vida ao personagem como se ele sempre fosse e o jogo de cena com Greg Kinnear (Pequena Miss Sunshine) é muito bem colocado. A mocinha do filme, vivida pela bela e graciosa Elizabeth Banks (O Virgem de 40 anos) também ajuda na evolução dos personagens, pois Banks está impecável como a única torcedora dos Giants, a única em uma cidade apaixonada pelos Eagles, e ela é exatamente o mote para abordar o tema da relação entre torcidas rivais, embora não aconteça qualquer cena de violência além das inerentes ao futebol americano, até por ser uma produção de um estúdio aclamado por jogar no mercado filmes para toda a família.

Invencível está longe de ser um pipocão, não tem grandes explosões, carros, tiros ou cenas que a física deixe e explicar. É um filme sobre pessoas que se superam e mostram a que vieram e pra isso se apóia em talento. De todos os envolvidos.

Não achou? No Submarino tem!

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Faculdade

Publicado por: Anna em: Junho 6, 2008

Quando eu estava no meio do meu terceiro ano, eu queria ser médica. Queria salvar vidas e operar cabeças, ou só tratar delas. Acho que baseada nas minhas próprias loucuras eu queria ser psiquiatra. O tempo passou e eu estou terminando o curso de Direito – tudo a ver né? Quase posso ter CRM- e estando a apenas duas cadeiras do canudo, eu preciso tecer algumas considerações não motivadas por nada muito estrambótico tipo a minha vontade de matar algumas pessoas.

Eu queria ser médica sim. Mas sempre estive ciente da minha absoluta inaptidão pra química, por isso prestei vestibular pra Direito. Achei que não ia passar. Passei. E entrei na Faculdade de Direito da UERN querendo o diploma e só. Estranho lembrar disso agora e racionalizar tudo. Muito estranho mesmo. Eu entrei na faculdade e nos primeiros períodos eu nunca fui tão livre. E a menina tímida e sem um pingo remoto de auto confiança descobriu a própria vaidade, os benefícios de certos olhares masculinos, e principalmente que podia ser qualquer coisa que quisesse ser.

Os meus primeiros anos de UERN eu chamo de “onipotência”. Eu tinha os melhores amigos, sabia de todos os acontecimentos, lia tudo para saber tudo, e era muito mais acessível, não fazendo nenhuma seleção dos meus amigos. Eu era amiga de todo mundo, e conversava com todo mundo, escrevia a papel e caderno e foi preciso muita insistência de amigos – esses eu sei que de verdade – pra que eu mostrasse a alguém.

Por de inicio querer outra coisa, por vezes a faculdade se tornou insuportável e eu quis sair, quis sumir e chorei muito, chorei tanto que achei que nunca mais ia chorar novamente – a faculdade também me ensinou a chorar de novo. Mas eu não saí. As sombras das mangueiras da frente das salas de aula já tinham sido palco de gargalhadas demais e os laços que eu construí lá me puxavam de novo pra a faculdade.

O fato é que hoje eu sei que se eu não tivesse me aberto às possibilidades durante o curso, eu não teria concluído – ta quase – e teria feito um segundo vestibular pra uma outra coisa provavelmente menos útil. Eu nunca amei o Direito e também não morro de amores agora. Não acreditava que tivesse qualquer vocação apaixonada com vejo em outras pessoas pela profissão. Era só uma faculdade. Um canudo. Eu ia ser funcionária pública. Qualquer canudo servia.

Agora eu vejo que não, eu estou exatamente onde devia estar, mas descobri meio tarde o que eu devia fazer, mas eu estou fazendo alguma coisa e isso é importante e contumaz. De qualquer modo, queria dizer que eu sou meio lerda, e esqueci de dizer isso quando fui gravar os depoimentos na sessão de fotos dos convites de formatura – ta chegando – e queria dizer. Eu sei que algumas pessoas a quem dirijo não lêem esse blog, e eu não conseguiria dizer ao vivo sem algumas doses de álcool, e pra fechar eu não bebo, mas queria dizer mesmo assim.

Então eu digo aqui e obrigo vocês a ler depois: eu devia ter dito a vocês naquele vídeo que tão importante quanto meu canudo – que tomara que eu receba- foram as aulas perdidas, as risadas, as raivas, o choro de impotência e as horas passadas longe dos livros porque eu estava com vocês. E quando os ventos fortes vieram e levaram as pedras soltas e tudo o que atrapalhava vocês ficaram. E mais de uma vez a única razão de eu ir pra o meu inferno preferido foi saber que os encontraria.

Os que não encontrei NA faculdade, mas DURANTE a faculdade, todos igualmente importante, mas a agonia de mencionar muita gente no vídeo de 40 segundos me fez deixar de fora a família nova, a que eu vou ter e a que já existe e que me acolheu em um abraço quente e caloroso combinado com o sorriso que me deixa sorrindo também e em braços carinhosos de uma mãe nova que eu só vi três vezes, mas que me recebeu sem reservas e me deixou absolutamente à vontade. Amor é bonito assim, quando é de verdade.

E agora eu estou em tempos de monografia, e não é simples de se fazer. Depois acaba tudo o que me manteve ocupada nos cinco anos. E depois? E o dia seguinte do baile? O que acontece depois da formatura?

Claaaaaaaaaaaaaaaaro que tá faltando gente nas fotos…

Perdão perdão, mas estou muito feia nelas. Mais que o normal. hehehe

A Casa dos Maus Espíritos

Publicado por: Anna em: Junho 6, 2008

Vincent Price (Museu de Cera, Edward Mãos de Tesoura, O Corvo, Força Diabólica) vive um milionário que, pra se vingar de sua esposa (Carol Ohmart), reúne diferentes pessoas escolhidas meticulosamente em uma mansão assombrada prometendo dez mil dólares para quem ainda estiver vivo ao amanhecer dentro da casa.

O que vale observar é que o filme, rodado em preto e branco, é um dos filmes sagrados do cinema de horror que levanta a bandeira dos fantasmas, tendo servido de inspiração também por Hitchcock quando gravou Psicose, dado que o diretor Willian Castle conseguiu com A Casa dos Maus Espíritos um sucesso inacreditável para um filme que só custou cento e cinqüenta mil dólares. Castle ficou conhecido por sua desenvoltura em campanhas de marketing para seus filmes, tendo chegado a oferecer apólices de seguro para o caso de alguém morrer de medo durante as projeções de seus trabalhos.

Quanto ao filme, faz jus aos elogios que recebe. Possui os caracteres típicos do gênero, inclusive sangue caindo de manchas no teto, esqueletos, gritos agudos de mocinhas indefesas e histéricas, cabeças monstruosas e afins mas em situações que para os fãs dos efeitos especiais de hoje são risíveis, mas para a época impressionam pela qualidade. Outra característica da época do filme é a interpretação de excesso, sendo por vezes forçada dada a raridade de recursos de cena e de imagem do cinema no período do lançamento.

Vincent Price é o carro chefe da produção e está impecável como o empresário cínico que quer se ver livre da mulher, sua quarta esposa, também cheia de ardis contra o marido por questões financeiras e em conluio com o amante, um dos convidados para a festa do terror. O papel de Price foi revivido caricatamente por Geofrey Rush em um péssimo remake do filme produzido em 1999, do diretor Willian Malone (feardotcom), mas não conseguiu grandes feitos. O remake utiliza alguns recursos do original, mas atualiza certos pontos do filme, como a recompensa, que passa a ser de um milhão de dólares, e o nome dos anfitriões, que passam a ser chamados de Sr. e Sra. Price numa clara referencia a Price, principal responsável pelo clima angustiante do filme. Cinema de Horror com classe, como o próprio Price.

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Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

Publicado por: Anna em: Maio 30, 2008

As peripécias do arqueólogo mais aventureiro do mundo, com estréia mundial no ultimo dia 22/05, faturou US$ 311 milhões no seu primeiro final de semana em cartaz, desbancando até o Homem de Ferro.

A que se deve? A razão é simples, as peripécias de Indy dão vida a uma das trilogias mais bem sucedidas de toda a história do cinema e o público que via Harrison Ford correndo de pedras rolantes pra salvar o mundo e ficava com vontade de saber manejar um chicote daqueles e usar roupas cáqui pra achar antiguidades valiosíssimas ainda quer sentir aquela mesma sensação quando ouve a música tema.

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal inova pouco, a fórmula do sucesso continua com saltos, surpresas, viradas de jogo, mocinha apaixonada (Karen Allen) e vilã sinistramente charmosa (Cate Blanchett). A ação se dá 19 anos após a ultima aventura do herói, que dessa vez enfrenta os comunistas que o perseguem no furor da Guerra Fria.

O que chama a atenção no filme é que não se perde a boa e velha fórmula dos roteiros sem malícia e personagens carismáticos, mas, principalmente, sem cair no pipocão de explosões multimídias tão comuns em Hollywood atualmente. A aposta de Lucas e Spielberg é no talento dos atores e na própria aventura, que não se ausenta em nenhum momento de cena. Agora Indy segue ajudando um jovem rapaz, vivido pelo genial Shia LaBeouf, na busca por uma caveira de cristal para ajudar um velho amigo. A trama se desenrola sem perder o fôlego e de novo Indy mostra, em saltos, inteligência sobre-humana, chicotadas e viradas de jogo, porque é Indiana Jones, o famoso arqueólogo.

O filme se desenrola em referencias aos filmes anteriores e segue linhas mais pra ficção cientifica que pra arqueologia, afinal ainda estamos falando de produções assinadas por George Lucas. Pois é, em Indy 4 temos explosões atômicas, poderes extraterrenos e portais interdimensionais. Se vale a pena? Pra quem via Indy dos filmes anteriores, o novo filme mantém o charme das fugas, e chicotadas do arqueólogo que, agora com 65 anos de idade, continua derrubando vilões no braço e sobrevive a três quedas d’água sem perder o chapéu. O porém é que o mundo de Indy mudou junto com o cinema no hiato entre este e o ultimo filme, os heróis e vilões se tornaram mais reais, e depois de Batman Begins todo mundo precisa justificar as próprias atitudes, não importa se você voa, usa a cueca por cima da calça, tem um super carro ou usa um chicotinho. Mas quem se importa? Quando Indiana Jones coloca o chapéu, tudo de mais extraordinário pode acontecer. A gente só tem que esperar com pipoca, ou Ruffles e Sprite gelada.

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Se é pra rir…

Publicado por: Anna em: Maio 28, 2008

Eu ouvi e morri de rir. Achei um besteirol inteligente (?) e indico: Pedra Letícia. Alguém sabe a razão do nome?

Outra dúvida, algum dos meus diletos leitores poderia por obséquio explicar pra uma analfabeta física funcional a razão de quando a coisa viaja – nessa hipótese ela viaja mesmo – na velocidade da luz, ela permanece jovem e as pessoas que não viajam envelhecem normalmente?


  • Abdoul Hakime Zahrah al Jounoub: Puxa, tu és antenada ne net mesmo! Parabéns. Sim, eu sou cigano de verdade, mas ciganos não gostam muito de valar sobre o seu mundo cigano a quem
  • Marina: Há tempos não faço lista de música! Mas eu gosto de ver as sugestões dos outros, geralmente eu saio baixando as músicas também depois de ler! R
  • luiz: Oi!!! Alguém sabe aonde posso encontrar as músicas desse filme??? De preferência uma que é instrumental..lenta. Toca no menu do filme no dvd!!!

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