Princesites

Publicado por: Anna em: Maio 28, 2008

Depois do hiato, a volta. Voltei ao mesmo tempo que não voltei. Pois mudei no caminho. Mudanças são válidas. E nesse caso bem vindas.

Curtas

Publicado por: Anna em: Abril 29, 2008

>>>É, parece que Tom Hanks não desiste mesmo, o ator vai viver Robert Langdon, onde ele está absolutamente apático em O Código da Vinci, outra vez no cinema. Aparentemente a Sony resolveu desenterrar o projeto da versão para as telonas de Anjos e Demônios, o início das aventuras do professor Langdon que não fez o mesmo sucesso que o Código. A idéia era começar a rodar no começo desse ano, mas a greve dos roteiristas adiou o projeto novamente. O longa conta com a mesma direção de Ron Howard e existem negociações para que Ewan McGregor (Big Fish, Moulin Rouge) esteja no elenco. De minha parte espero sinceramente que dê certo: o Hanks consiga exprimir alguma emoção como Langdon porque eu sou particularmente fã do cara desde aqueles filmes constrangedores dos anos 80; e, além disso, eu também sou simpatizante declarada do McGregor e nem vi Moulin Rouge.
>>>Ta, eu sei que prometi não falar de música. E sei que prometi ser menos malvada. Mas, zapeando pela internet, me mandaram esse desenho feito nos anos 50 da suposta mulher mais feia do mundo, e eu vi e achei feia. Aí surge o comentário “é ou não é a CARA da Amy?” É, até que é parecida, mas o desenho tem dentes demais pra ser a Amy.


Fonte: Omedi

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Falcão Maltês

Publicado por: Anna em: Abril 27, 2008

Que eu sou cruelmente apaixonada pelo ar cínico do Bogart não é novidade nem pra quem não me conhece. E queria inaugurar a nova tendência do blog com alguma coisa que fosse importante pra mim, daí o Bogart, mas não queria falar de Casablanca porque eu estou sem DVD, é triste, eu sei, e pra falar de Casablanca eu preciso ver e fazer milhares de anotações porque é um filme muito especial pra mim.
Mas, eu amo o Bogart, apesar de morar numa cidade que não facilite a minha vida, e queria falar de algum outro filme que ele fez e que eu adoro a ponto de descontrole. Vamos a ele:
Falcão Maltês (Maltese Falcon, The, 1941) é o filme que inaugurou o cinema noir (mundo obscuro de corrupção mostrado por Hollywood nas décadas de 40 e 50 onde os heróis são tipos difíceis, e cheios de tomadas noturnas tanto internas quanto externas), e é de suma importância no cinema por ter inspirado uma porrada de outros filmes no mesmo gênero.
O filme se passa com a linda moça (Mary Astor) procura o detetive Spade para que ele localize um homem perigoso com quem ela se envolveu. Depois disso, ele perde o parceiro e a verdadeira trama aparece, várias personagens em busca do Falcão Maltês, falcão de ouro incrustado de pedras preciosas feito pelos habitantes da Ilha de Malta muito tempo atrás com o qual todos tiveram em mãos e ninguém sabe onde está.
O filme ganhou um espaço imenso ate em desenhos animados, lembra aquela cena clássica de uma mulher lindíssima e misteriosa que entra no escritório de um detetive particular e ele se envolve na história dela e começa a descobrir coisas muito mais obscuras que a história que ela contou. No filme, que é a terceira versão do romance de Dashiell Hammett – as outras foram fracassos retumbantes – o clima de mistério e suspense se desenvolve a medida que novas pistas vão sendo encontradas e cada vez menos pessoas são confiáveis para o detetive Samuel Spade (Bogart).
Eu gosto do filme, acho particularmente bem trabalhado. Não se perde o clima de suspense, seja pela trilha sonora impecável – quase um personagem de tão presente e sem apelar para os agudos chatos do cinema do gênero atual-, seja pelas tomadas obscuras ou pelo roteiro primoroso, apesar de se desenrolar lentamente e ter um início e um tanto monótono – desconfio que pela fusão dos três – o filme não deixa a peteca cair e os personagens permanecem interessantes à medida que os mistérios iniciais são solucionados e novos problemas surgem enquanto a trama se encaminha rumo ao final surpreendente.
Ah! Em Falcão Maltês também tem um artifício que é bem comum nos filmes da época e que eu realmente adoro: uma interpretação um tanto exagerada, forçada, que deixa algumas expressões faciais um tanto caricatas. Acredito que devido à falta de recursos de cena que temos hoje, mas sem dúvida é exatamente esse exagero que deixou a cena em que o escritório de Spade é invadido e ele é rendido realmente interessante.
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A Oi fazendo escola. Como destruir uma paciencia em uma ligação.
Sou cliente Oi desde que meus créditos da Claro começaram a sumir misteriosamente sem que eu usasse o aparelho. Mudei pra Oi e gosto do serviço por ser razoavelmente eficiente e custar barato, já que eu não pago minhas contas – não que eu seja avarenta, é que eu não me sustento mesmo.
O problema da Oi é que sempre que se tenta falar com a Central de Atendimento – que eu carinhosamente chamo de Pegadinha do Mução de Alta Tecnologia, porque no lugar de um sino tem uma vaca virtual – se é atendido por uma voz virtual analfabeta funcional e com problemas de audição que depois de fazer você se sentir imensamente ridículo por falar com um computador ainda tem a desfaçatez de dizer com a aquela voz de espírito de porco de Eva Bite: “desculpe, não estou entendendo. Por que não tenta falar com a Oi em outro momento? Obrigada por falar com a Oi. Boa noite!”.
E você não consegue não achar que a maldita, se tivesse rosto, estaria estampado com um sorriso desdenhoso rindo de você, que não consegue resolver os problemas do próprio telefone celular.
A razão do post é que eu consegui, depois de duas semanas tentando e escutando a mesma mensagem sobre os bônus umas trezentas vezes e ter perdido a paciência e gritado com uma pessoa que não existe mas representa um desrespeito com cada um dos clientes espalhados no mundo, eu consegui falar com uma pessoa de verdade do atendimento da Oi. Palmas pra mim!!!
Então gente, não perca a esperança. Continue tentando e manifestando seu descontentamento com essa onda de atendentes virtuais ridícula que se você não for um tarado pra ficar excitado com as vozes que entrelinhas te chama de retardado quando repete milhares de vezes a mesma informação com um certo tom professoral enquanto pergunta “quer ouvir novamente essa informação? Diga repita”. De qualquer modo, minha frase preferida é “Não entendi, vá para um ambiente silencioso” e tutututututu, da ligação que “caiu” e você perdeu outra excelente oportunidade de desligar você na cara da bruaca virtual.

A volta dos que não foram

Publicado por: Anna em: Abril 17, 2008

É.. e essa sou eu aqui de novo. Reinauguração em breve.
Beijo.

O que é meu… é meu mesmo.

Publicado por: Anna em: Abril 17, 2008

A Amélia andou comentando que copia o que gosta tão logo ache e não empresta nem por cem e uma cocada as coisas dela porque o povo não devolve e, por conta de visitas que eu recebi com a intenção clara de me diminuir a quantidade de livros da minha estante, razão pela qual eu a transferi para o meu quarto e escondi os mais preciosos na casa da minha Vó, que me entende perfeitamente. Andaram me pedindo livros por fora também, como se o fato de eu estudar na mesma sala me transferisse a obrigação de atender as necessidades literárias de gente de quem eu não necessariamente gosto.
Isso me lembra os vários livros e cds que perdi emprestando e que não tenho mais esperança de ver novamente seja porque a memória não muito boa fez o favor de apagar sem que eu esquecesse a lição de não emprestar mais, seja porque eu esqueci a quem foi.
Meus hábitos literários também não são pipocão, que se acha em todo lugar, e eu tenho um zelo tido como excessivo com os meus livros – eu lavo as mãos muito bem lavadas e não pego mais nada até parar de ler, salvo o livro, claro, porque eu fico doente quando a lombada fica suja e simplesmente odeio emprestar porque ninguém que eu conheça tem esse cuidado.
Resolvi que se quer meus DVDs emprestados, e você é meu amigo de sangue a fogo pode ser mesmo que eu permita que você veja, mas não emprestado. A gente marca uma pipoca, e vê junto. Se for livro, você precisa ter a certeza de que eu REALMENTE tenho você como parte fundamental da minha vida, que te devo muito favor, e que eu saiba sem sombra de dúvida que você é fresco que nem eu. E saiba onde você mora. Só por via das dúvidas.
O negócio é que meus livros são parte de mim, e dói até hoje o meu Crime e Castigo, nem era a edição cara nem nada, era a de bolso da Martim Claret(?), que eu emprestei e voltou, QUATRO ANOS E MEIO DEPOIS, no ponto de jogar no lixo. Ódio, espero que rasteje e viva o resto da vida miseravelmente como um verme e tenha uma morte equivalente e que o inferno seja o paraíso em relação ao que essa pessoa encontrará na eternidade.
Na mesma linha, tem um blog que eu adoro que é um verdadeiro balde de água fria nas vontades de quem quer me pedir alguma coisa emprestada, porque eu NÃO EMPRESTO MAIS NADA NEM A JESUS CRISTO SE ELE NÃO CUMPRIR OS REQUISITOS QUE EU JÁ FALEI, passem lá também : os Inimprestáveis, porque eles não emprestam, nem f….

O.o

Publicado por: Anna em: Abril 4, 2008

Se algum dos meus leitores (?) conseguir me explicar isso, eu agradeço imensamente.

Devaneios…

Publicado por: Anna em: Abril 3, 2008

É assim: você estuda com um certo zelo durante cinco anos da sua vida e no final do curso descobre que odeia vários dos seus colegas de classe. É meio bizarro descobrir isso aos quarenta e cinco do segundo tempo. Mas qualquer coisa é melhor que ir pra a Faculdade de Direito da UERN, e não fica melhor quando o diretor da sua faculdade que você achava um velhinho simpático com cara de Mestre dos Magos avança contra uma funcionária e só não bate nela porque outros funcionários não deixaram. E não foi nem caso de excesso de desaforos da parte dela. Só barraco mesmo.
Depois você começa a pensar nos modos pouco convencionais que situações limite fazem com que você reaja: o diretor da faculdade quase usou de violência; um amigo seu pede a namorada em casamento porque o pai dela bateu nela e ele se sentiu responsável; o amigo evangélico tomou um porre e saiu da igreja quando o pai morreu; cansado de esperar a mulher dos seus sonhos o homem se une em regime de união estável com o caso de colégio; e eu vejo que não consigo mais me empolgar com os frufrus das cerimônias de formatura e toda aquela cerimônia que eu vim sonhando nos últimos cinco anos porque já me aborreci tanto com a passividade da Comissão de Formatura absolutamente inerte diante dos desmandos da empresa contratada.
De um momento pra outro perde a importância toda a pompa. São os desmandos da patética dupla da Comissão que nem abre aos outros membros as próprias decisões ou se é o fato de os importantes amigos extra Mossoró não poderem vir todos. O fato é que eu já me aborreci tanto que não tem mais a menor importância a cerimônia, as fotos, convites, placas e o baile. To achando mais negócio comprar um computador novo. Uma vida nova, sei lá.

Sexta Feira 13

Publicado por: Anna em: Março 20, 2008

Admito que cheguei aos 22 sem ver e nem andava me rasgando pra ver nem nada. Mas, eu vi ontem de madrugada e chovendo e tudo apagado e longe da mãe o primeiro filme da série que conta com três milhões e meio de seqüencias: Sexta-feira 13.
E pasmei. É bom. Claro que vem com todos aqueles clichês tipo só escapar a “santa” e morrer todo mundo que transou no filme e as mocinhas morrendo seminuas e correndo pra locais sem saída e fazendo tudo pra chamar a atenção do assassino. Mas o filme é bom. É bom mesmo. Assusta.
Tem o Kevin Bacon novinho e aquela coisa de no fim só sobrar uma pessoa viva pra dar o mote da seqüencia, mas eu gostei. Na verdade eu estou tendo uma “iniciação” no cinema terror e trash. O problema é que eu to gostando. Filmes gosmentos podem ser legais sim. To besta. Eu vi Suspiria do Dario Argento e achei…. gosmento. Mas não tão gosmento quanto Fome Animal. Que é bom também, e deve ter a cena mais sangrenta de toda a história do cinema, ate mais mortos que em Rambo e inclui um padre que luta com zumbis usando kung-fu. Vale as gargalhadas. Bom também é Funhouse, pague pra entrar e reze pra sair, assustador. Não tanto quanto a Profecia, meu filme do gênero preferido desde sempre.
Dos mais classudos, eu gosto de Hallowen. É legal de verdade e não é gosmento. E nem adianta que eu sempre vou preferir filmes de terror sem gosma. O resto pra mim é trash. E de trash, já basta minha faculdade. Eca.

Publicado por: Anna em: Março 20, 2008

Com vocês, a Casa nova.

Aquela ali ó: A Casa do Poste.

Passa lá pra uma Coca-Cola com filme de terror.


  • Abdoul Hakime Zahrah al Jounoub: Puxa, tu és antenada ne net mesmo! Parabéns. Sim, eu sou cigano de verdade, mas ciganos não gostam muito de valar sobre o seu mundo cigano a quem
  • Marina: Há tempos não faço lista de música! Mas eu gosto de ver as sugestões dos outros, geralmente eu saio baixando as músicas também depois de ler! R
  • luiz: Oi!!! Alguém sabe aonde posso encontrar as músicas desse filme??? De preferência uma que é instrumental..lenta. Toca no menu do filme no dvd!!!

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